Cirurgia Plástica com Segurança

você

Sabia?

 A Organização Mundial da Saúde (OMS) determinou em seus estudos que são feitas mais de 200 milhões de cirurgias no mundo e que, 7 milhões de pacientes submetidos em uma sala de operação sofrem complicações pós-operatórias,  1 milhão morrem. Estes dois números soam muito assustadores não? Mesmo com o mundo como é hoje, modernizado e mais consciente, ainda existem muitos centros hospitalares que não seguem á risca os protocolos de segurança para a realização de cirurgias.

Cirurgiões e profissionais de saúde devem sempre levar a segurança do paciente a sério durante o processo cirúrgico. Há várias precauções que devem ser tomadas para garantir que a cirurgia seja segura e livre de complicações. Neste artigo, abordaremos algumas das principais medidas que os médicos devem adotar para garantir a segurança do paciente durante a cirurgia.

Local das Operações

A equipe irá operar o paciente certo e no local certo.

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Reconhecimento dos Riscos

A equipe reconhecerá efetivamente e se preparará para o risco.

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Métodos Qualificados

A equipe usará métodos embasados cientificamente.

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Reação Alérgica

A equipe evitará a indução de uma reação alérgica.

01
Integridade Radical

A equipe médica deve se importar com o bem-estar dos seus pacientes.

02
Pessoas em 1º Lugar

Zelar pelas pessoas é o caminho para uma credibilidade verdadeira e segura.

Prevenção de doenças

Dentro da sala de cirurgia Cirurgia Plástica

A limpeza adequada é essencial para prevenir a disseminação de doenças dentro da sala de cirurgia. Todos os profissionais de saúde devem lavar as mãos com frequência e usar equipamentos de proteção, como luvas, aventais e máscaras. A sala de cirurgia também deve ser limpa regularmente com desinfetantes adequados para garantir que ela esteja livre de bactérias e outros germes.

Encontrar e controlar

Doenças dos pacientes

Encontrar e controlar doenças dos pacientes é um dos aspectos mais importantes da segurança do paciente durante a cirurgia.

É essencial que o médico realize uma avaliação completa do paciente antes da cirurgia para identificar quaisquer condições pré-existentes que possam aumentar o risco de complicações durante a cirurgia.

Isso pode incluir a realização de exames laboratoriais, como testes de sangue e urina, para identificar quaisquer desequilíbrios ou anormalidades no corpo do paciente.

O médico também deve avaliar o histórico médico do paciente, incluindo quaisquer condições crônicas, alergias a medicamentos, ou outros fatores que possam aumentar o risco de complicações durante a cirurgia.

Se o paciente estiver com alguma doença ou infecção, o médico deve tomar medidas adicionais para garantir que a cirurgia seja realizada com segurança. Isso pode incluir o uso de antibióticos profiláticos para prevenir infecções durante a cirurgia, ou a adiamento da cirurgia até que a condição do paciente melhore.

Importante!

O médico deve tomar medidas para garantir que o paciente esteja em boas condições de saúde antes da cirurgia. Isso pode incluir aconselhar o paciente a seguir uma dieta saudável, fazer exercícios regularmente, evitar fumar e limitar o consumo de álcool.

Tempo da

Cirurgia plástica

Muitas cirurgias plásticas são consideradas procedimentos ambulatoriais e podem ser realizadas em menos de 4 horas.

No entanto, mesmo que a cirurgia seja relativamente simples, é importante que o médico leve o tempo de cirurgia a sério e esteja atento aos sinais de complicações. Isso pode incluir monitorar a respiração do paciente, a pressão arterial e o nível de oxigênio no sangue.

Exposição a

Riscos na Cirurgia Plástica

Os médicos devem tomar medidas para garantir que o paciente seja exposto a riscos mínimos durante a cirurgia. Isso pode incluir monitorar a temperatura corporal do paciente, garantir que ele esteja bem hidratado e minimizar a exposição a anestésicos e outros medicamentos que possam causar reações adversas. Confira cada uma delas:

Hidratação

O paciente deve estar hidratado durante a cirurgia. Isso pode incluir o uso de fluidos intravenosos para manter o equilíbrio hidroeletrolítico do corpo. A desidratação pode levar a complicações como hipotensão e insuficiência renal, portanto, a hidratação adequada é crucial para a segurança do paciente durante a cirurgia.

Exposição do Paciente

è importante minimizar a exposição do paciente a anestésicos e outros medicamentos que possam causar reações adversas. O médico deve avaliar cuidadosamente quais medicamentos são necessários para a cirurgia e usar as doses mais baixas possíveis para minimizar o risco de efeitos colaterais. É importante que o médico monitore cuidadosamente o paciente durante a cirurgia para detectar quaisquer sinais de reações adversas aos medicamentos.

Equipamentos

Assegurar que existe um estoque mínimo de equipamentos, materiais e insumos e que todos estão validados pelo Serviço de Controle de Infecção Hospitalar (SCIH), além de ter um Serviço de Engenharia Clínica que garanta as manutenções preventivas e corretivas desses equipamentos. Existem várias políticas, protocolos e boas práticas que devem ser seguidos para garantir a Cirurgia Segura, entre eles se destacam: -Identificação correta do paciente;
-Comunicação efetiva;
-Uso seguro de medicamentos;
-Prevenção do risco de infecções;
-Prevenção do risco de queda;
-Prevenção de flebite;
-Prevenção de úlcera por pressão;
-Extubação acidental;
-Transporte seguro inter e intra hospital.

6 Metas

Internacionais da Segurança do Paciente

Diante de números como esses, foram estabelecidas as 6 metas internacionais de segurança do paciente que guiam a prática cirúrgica e visam garantir o seguimento correto do protocolo de atendimento. Veja abaixo quais são essas metas.

Identificação

Identificar o paciente corretamente.

Cirurgia Segura

Assegurar cirurgias com local de intervenção correto, procedimento correto e paciente correto.

Comunicação

Melhorar a eficácia da comunicação.

Higiene nas Mãos

Reduzir o risco de infecções associadas a cuidados de saúde.

Medicamentos

Melhorar a segurança dos medicamentos de alta vigilância.

Risco de Quedas

Reduzir o risco de danos ao paciente, decorrente de quedas.